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Eis-me aqui, do alto,
umbrais de sangue e veias dilaceradas
sucumbem às sombras do desconhecido
da esquina de seres incautos.
Nada sobrará...
O que restará?
Senão a dimensão do nada .
No centro do quadro,
uma presença escassa,
o findar de esperanças
nas cores que choram.
A cada instante que sofre,
os olhos que encerram,
o encanto da vida,
é uma estampa que morre.
Na musa inerte
a vida que morta,
baila no cume
da chama que vela.
Num sopro de força,
só que te resta,
finda meu pranto,
teu rito da morte.
desconhecido
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